Star Wars não é uma novidade. Na verdade, o primeiro filme foi ao ar há quase quarenta anos e de lá para cá outros seis já foram lançados. Além deles, diversos livros, histórias em quadrinhos, fanfics e teorias de fãs foram publicadas e divulgadas. A merchandising criada pela LucasFilm deu super certo e a série ficou conhecida mundialmente.

PORÉM, quando eu era criança, Star Wars era considerado “coisa de menino”. Assim sendo, não assisti nenhum filme até ter idade suficiente para ir atrás de ver o que era. Até então, sabia sobre o Darth Vader e o Luke porque ouvia dos outros. Assisti pela primeira vez com dezesseis anos e, confesso, achei engraçado. Os efeitos, os cortes, o tipo de narrativa… É tudo temporalmente marcado, ou seja, a primeira trilogia não nega que foi realizada entre as décadas de 70/80. Da mesma forma, a segunda trilogia não nega que pertence ao início dos anos 2000. E a história em si, para quem não conhece o universo expandido e tenta compreender apenas pelos filmes, vira uma bagunça. Tanto que depois de seis filmes eu cheguei a conclusão que o jeito é deixar de tentar encontrar sentido, algum tipo de reflexividade ou qualquer coisa que fuja o quesito mercadológico da saga. Prefiro encará-la como uma grande badalação do universo pop/nerd, capaz de unir várias pessoas completamente diferentes na mesma sala de cinema e fazê-las sair apaixonadas e querendo comprar coisas da série.

Mas, ok, eu tentei dar uma elaborada nas opiniões e acabei fazendo dois vídeos. No primeiro eu dou um catch up básico da série, para as pessoas que nunca viram nada dela terem noções do que se trata – e para as que viram saberem o que eu acho dela.

Já no segundo vídeo, conto sobre a minha experiência na pré estreia do filme e faço alguns comentários sobre o reforço do meu desapontamento com a série: continua sem desenvolvimento narrativo de personagens forte o suficiente para me fazer criar empatia. Os melhores personagens continuam sendo droids.

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