Paixões Platônicas

Desde que eu tinha uns 8 anos ouço minha mãe falar sobre isso, ela falava coisas como “Você nunca teve uma paixão platônica? Quando eu tinha sua idade vivia apaixonada por personagens de livros e coisas assim” e eu pensava coisas como “Eu sou muito nova para me apaixonar!” e “O que diabos significa ‘platônica’?”

O tempo foi passando e descobri que essa é uma expressão para paixões impossíveis e irreais, como por atores famosos, cantores etc e tal, mas eu ainda não tinha sentido isso.

Então comecei a assistir Smallville e eu simplesmente AMAVA o Clark Kent, ele era lindo, maravilhoso e vivia salvando todo mundo e eu assistia o seriado e ficava toda “VEMK GOSTOSÃO”, minha prima também gostava dele, então a gente comprou várias revistas com pôsteres e ficávamos olhando praquele lindo rosto todos os dias, mas um dia fomos pesquisar sobre a vida dele e descobrimos que ele tinha 28 anos e era casado. pra deixar claro, ainda acho ele lindo e gostoso e se ele viesse aqui eu pegava, né.

Nossa, isso partiu meu coração. Eu pensava “Quem vai ser meu marido agora? QUEM? Ai! Estou perdida.”, mas pouco tempo depois eu conheci o Orlando Bloom e nessa época eu já era grande o suficiente para imaginar coisas “reais” com ele. Eu me imaginava indo para a Disney com 15 anos, encontrando ele lá e dando um beijo na boca dele, ele ia gostar tanto que ia querer meu telefone e quando eu tivesse 20 anos e morasse nos EUA, ele ia se pedir para casar comigo. Era um plano e tanto hein? E ai de quem dissesse que isso não ia acontecer! hahah

Depois que me desencantei com o Orlandinho não me apaixonei mais… Conheci o Johnny Depp e achava ele LINDO, mas já tinha caído na real, ele jamais seria meu, mesmo porque tem idade pra ser meu pai, né…

Passei muitos anos na obscuridade da falta de paixão platônica, conheci a paixão real e meio que substitui, mas recentemente concluí que amar platonicamente é BEM melhor! Não dói! hahah

E tá, eu acho o Chuck Bass um tesão, eu ADORO o Sid e todos os outros estranhinhos que falei aqui, mas nessas férias descobri uma nova paixão platônica.

Eu passava madrugadas INTEIRAS vendo os mesmos filmes dele, repetidamente, procurando fotos e fotos dele na internet, lendo todas as entrevistas e textos que encontrava sobre ele, querendo saber absolutamente TUDO e… Ele não tem defeitos. É exatamente tudo que eu sempre procurei, sério… Depois que o conheci, concluí que preciso morar na Inglaterra em algum momento da minha vida, já esotu até tentando aprender a tomar chá!

De quem estou falando?

Rupert Grint.

C’mon, ele é ruivo, britânico, tímido, fofo, engraçado, ator, lindo, expressivo, lindo, legal, só 6 anos mais velho, fez o Ron Weasley… Ai… Sem mais se não mais alguém vai se apaixonar por ele também!

Agora minha lista mudou, preciso fazer filmes com: Rupert GrintJohnny DeppBrad PittOrlando BloomTom Welling e preciso ter cenas românticas com eles, né.

No fim das contas, dá pra notar que amo todos esses aí né? E sabem por que? Paixões platônicas nunca têm motivos o suficiente para terminarem. Posso ter 40 anos, mas ao ver uma foto de algum desses aí, ainda me sentirei brilhando por dentro! haha

Mas e aí… Vocês já se apaixonaram platonicamente? Se não, caros amigos, tenho que lhes dizer que estão perdendo MUITO.

E uma paixão por alguém real? Talvez, algum dia… Por enquanto me contento com o Rup (apelido que eu dei pra ele)

0 thoughts on “Paixões Platônicas

  1. Ah, o Rup também é um dos meus amores platônicos! Brigaaaa! Hahaha 🙂 Acho que dos gringos meus favoritos são Jude Law, Mark Ruffalo e Louis Garrel (cara, ele é francês, sem mais). E dos brazucas babo pelo Eriberto Leão e pelo Santoro, que além de lindos, são ótimos atores. Paixões platônicas fazem bem, haha! Beijo :*

    1. Eei nada de roubar meu Rup u_u Meus preferidos são os britânicos mesmo hehe
      E de brasileiros, eu gosto do Caio Castro, Lázaro Ramos, Wagner Moura e Cauã Reymmond!Mas o Santoro é ótimo ator, ponto.

  2. Adorei! Sempre tive as minha paixões platônicas… E eram praticamente iguais as suas, eu arrumava planos para chegar perto, via onde eu iria morar… E tals!

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