Now imagine she’s white.

Essa última semana de aulas é direcionada à revisão de conteúdos, porém nas aulas de produção de textos assistimos a um filme. “Time to Kill”, é um filme estadosunidense que trata essencialmente do preconceito. Carl Lee é um negro operário que trabalha exaustivamente para sustentar sua família, enquanto sua esposa fica em casa cuidando de seus filhos. Sua filha de nove anos é estuprada por dois homens brancos, bêbados e racistas que a maltraram mesmo. Então Carl Lee age como a maioria dos pais agiria, procura os homens e os mata. Aí o conflito é iniciado. Por Carl Lee ser negro, o julgamento tem dificuldades maiores que o normal, mas ele consegue um bom advogado e então o enredo se desenvolve, mostrando as artimanhas de tal advogado para tentar salvar o pobre Carl Lee. Enquanto isso, reune-se um grupo de racistas extremistas, que se mascaram e saem agredindo os apoiadores de Carl Lee, gerando assim uma série de conflitos internos que faz com que o advogado pense muitas vezes em abandonar o caso.

Com um elenco muito bom e um tema extremamente polêmico, o filme prendeu minha atenção durante todas as aulas. Me fazendo gritar desesperadamente “Free Carl Lee!” e chorar com o final. É um show de argumentação e uma crítica explêndida à sociedade racista da época. Recomendo a todas as pessoas que tiverem tempo e como estamos em Julho e a maioria está de férias, vocês terão tempo.

No entanto, não vim aqui falar apenas sobre o filme.

Analisando tal obra percebi que o preconceito racial era tanto há alguns anos que se tornava até grotesco. Percebi também que nunca vi um negro como um ser inferior, como um animal irracional, para mim são apenas pessoas. Lembro de ter seis anos e ter uma empregada doméstica negra. Uma vez minha mãe não pôde me levar à escola e tive que ir com ela. Não encostei na mão dela porque a achava suja, impura ou qualquer coisa assim. Não sei como surgiu isso em mim, minha mãe nunca me ensinou isso, mas eu era assim. No outro dia mamãe veio conversar e me perguntou porque eu não havia encostado na mão da Eliete, eu fiquei com vergonha, abaixei a cabeça e disse que nunca mais faria aquilo e não me lembro de ter feito. Acho que aquele pequeno ato mudou minha mentalidade para sempre.

Na primeira série do ensino fundamental, havia uma negra na minha sala e ninguém falava com ela porque ela era pobre e não penteava o cabelo direito, falavam mal dela e eu olhava, achava errado, mas não fazia nada. Então a professora Macilene estava dando aula de matemática e resolveu contar um trecho da história de Jesus, em que ele deixava de se sentar com os ricos na mesa de jantar e ia se sentar com Lázaro, que era leproso. Ouvi aquela história e imediatamente lembrei-me da menina, a vi como “Lázaro”, excluída por não ser igual a todos e então comecei a conversar com ela, dividir meu lanche e meus brinquedos, ajudava ela a arrumar o cabelo e com as matérias aprendidas na escola e aos poucos as pessoas passaram a aceitá-la um pouco melhor.

Depois desses dois casos nunca mais tive contato com negros, contato o suficiente para perceber que eles sofriam algum tipo de preconceito e poder ajudá-los de algum modo, passei a vê-los como pessoas iguais a todas as outras e hoje se não gosto de um negro é pelos mesmos motivos que não gosto de algum branco.

Esteriótipo atual de beleza ocidental.

Não vejo diferença e me dói pensar na quantidade de injustiças que eles já sofreram por causa dessa maldita coisa chamada “preconceito”. Tudo porque a cultura Ocidental foi essencialmente desenvolvida pelos europeus, sendo altos, loiros, brancos e com olhos claros, sendo esse o esteriótipo de beleza vigente até hoje. Eles chegaram e colonizaram a América, nos escravizaram e martirizaram e ao invés de hoje considerarmos os negros e índios nossos herois por terem sobrevivido mesmo em meio a tanta injustiça, os brancos são os herois, “sem eles não haveria civilização”, como se os europeus fossem uma raça superior a todas as outras e nosso objetivo de vida devesse ser idolatrá-los e lutar para ser como eles.

Acho que foram casos como o de Carl Lee que fizeram com que essa “diferença” fosse extinguida aos poucos. Por causa de coisas assim hoje podemos frequentar os mesmos lugares que negros, estudar com eles e comer das comidas que eles inventaram e produziram. Porém, olho para hoje, 2011, e percebo que a sociedade não evoluiu tanto assim. Podemos ter aprendido a conviver com os negros e podemos agir normalmente perto deles, mas ainda há uma grande quantidade de pessoas desfavorecidas por aqui. Eu poderia citar os judeus, muçulmanos, árabes e até asiáticos, mas resolvi citar algo muito mais visível no nosso dia-a-dia, o preconceito contra os homossexuais.

Vi aquele filme inteiro pensando que não agimos desse modo com os negros, mas fazemos exatamente as mesmas atrocidades com os homossexuais.

Utilizo a terceira pessoa nesse texto apenas porque não sei escrever de outra maneira, não sei me excluir do texto, mas gostaria de ressaltar que pessoalmente nunca cometi uma atrocidade a algum homossexual. O máximo foi quando, na terceira série do ensino fundamental, resolvi chamar um menino da minha sala de gay porque a escola inteira fazia isso e realmente zoava ele por achá-lo gay, até que um dia ele disse que eu era lésbica, porque andava de mãos dadas com as minhas amigas, e então eu fiquei brava e contei para a professora, ela contou pra diretora que me chamou na sala dela pela primeira vez na vida e ficou conversando comigo por muito tempo, até ver que não conseguiria tirar da minha cabeça  a ideia de que ele era gay e que isso era engraçado, então ela chamou a minha mãe na escola, elas conversaram e no fim das contas, tive que ir até o garoto, pedir desculpas e ajudá-lo a ser considerado hétero novamente pelo contingente escolar. Lógico que ele não pediu desculpas para mim, ou qualquer coisa assim, mas isso não importa. Eu aprendi a nunca zoar alguém que considerasse gay. Mas aquela diretora não me disse que era certo ser gay, ela deixou implícito que era errado quando me pediu para ajudá-lo a ser considerado hetero. Aprendi a aceitar os gays muitos anos depois, quando estava conversando com um grande amigo e ele resolveu me contar que era bissexual e eu, achando um absurdo e pensando seriamente em parar de falar com ele depois disso, resolvi perguntar as razões que o levaram a ser assim, tive uma conversa extremamente comprida, filosófica e reflexiva e percebi que porra… eu era completamente idiota. Então parei de achar os gays errados e hoje em dia tenho um discurso pronto pra quem vier tentar me convencer de que eles são errados.

Voltando ao assunto, percebi que hoje em dia cometem atrocidades ENORMES com os homossexuais, os consideram uma outra classe de pessoas, como se eles não fossem gente, não fossem normais. Eles não são anormais só porque amam. Ninguém deve ser considerado anormal por amar. O amor é lindo não importa como ele seja, desde que ele seja. Então fiquei pensando… como seria o julgamento de um menor de idade gay estuprado por heteros, iam dizer o quê? “Está relcamando porquê? O agressor era bonito e você deve ter gostado, era homem!”? Se assassinarem um travesti durante a noite e justificarem o crime pelo fato de a pessoa ser um travesti, vai ser tão errado quanto matar um empresário que está voltando de uma reunião de negócios? Pra que tanta injustiça e desamor? O que os homossexuais fazem de errado para serem tão açoitados pela população? E é agora que surgem os filmes à respeito, os personagens gays nas novelas e seriados, tudo para tentar conscientizar a população de que são apenas pessoas, mas de que vai adiantar uma campanha anti-homofobia nas escolas se as palavras “viado” e  “gay” continuam sendo consideradas xingamento por todas as pessoas? Será que é papel somente da escola transformar as mentes jovens?

Não dá para exigir que nossos avós olhem para um casal homossexual e sintam-se confortáveis, porque isso não é condizente com a sociedade em que eles viviam. É a mesma coisa que dizer para a filha de um grande senhor de engenho que o pai dela vai ser tratado por um médico negro. Não dá para impor uma mudança na visão da sociedade, mas ela acontece, mesmo sem que alguém influencie isso. Aos poucos as pessoas passam a perceber que estão apenas sendo idiotas e julgando outras pessoas por motivos completamente bobos e desnecessários. A maturidade a respeito de certas coisas não é atingida tão rapidamente, mas ela acontece.

Sei que hoje os negros ainda sofrem muito preconceito, menos do que no passado, mas ainda é significativo. Sei que com os homossexuais será a mesma coisa, mas pelo menos é um sinal de evolução, de humanização e de respeito aos valores humanos. Afinal, se todos são iguais perante a Lei, que sejam realmente iguais, não só perante a Lei, mas perante a tudo.

A pessoa vai deixar de ser inteligente e maravilhosa apenas por que gosta de dormir com alguém no mesmo sexo?

Vai deixar de ser linda e interessante apenas por que é negra?

Giovanni di Pietro di Bernardone

Mais conhecido como “São Francisco de Assis”, é um dos poucos santos que inspira em mim uma paz, tranquilidade, convicção e alívio absoluto.

Conta a história que Francisco era um jovem muito rico que passava seus dias embebedando-se e “curtindo” a vida, com mulheres e prazeres mundanos, até que um dia recebeu um “chamado Divino” e resolveu seguir a vida religiosa.

Ao contrário de muitas pessoas, ele realmente a seguiu. Foi até uma Igreja, despiu-se e disse que nenhuma daquelas coisas o pertencia, que seus bens deveriam ser distribuídos para quem realmente os precisava e que de nada adiantava ter muita coisa se você não fosse nada.

A partir disso ele criou sua própria congregação, a dos frades franciscanos e passou a pregar o amor e a seguí-lo, como se essa fosse a verdade absoluta. Francisco passou a ser pobre, viver como qualquer um, mesmo pertencendo à classe nobre. Seu pai o deserdou, disseram-lhe que estava indo contra Deus, mas ele não se importou e seguiu seu caminho, ajudando a qualquer um que precisasse, fosse gente ou animal, como se todos fossemos apenas iguais. Ele costumava chamar todas as coisas da natureza de “irmãos”, porque tudo se completava em um ciclo perfeito para que a vida funcionasse perfeitamente.

Teve uma vez que ele resolveu construir sua própria Igreja, mas ninguém concordava porque ela seria frequentada por pobres, ele não desistiu. Recolhia pedras nas ruas, junto com seus seguidores e de pedra em pedra foi construindo sua própria Igreja, que existe até hoje. Francisco ajudou a reconstruir o cristianismo de sua época, seguiu ao pé da letra os ensinamentos de Jesus, não se importava em conviver com os excluídos, podia passar dias sem comer, ele simplesmente vivia.

Francisco conheceu Clara, uma jovem também nobre e também apaixonada pela vida que largou todas as suas regalias para seguí-lo e ajudá-lo. Eles construíram um lindo e puro amor juntos. Clara criou a versão feminina da ordem franciscana, as clarissas e seguiu sua vida amando a todos como a ela mesma e cuidando da natureza.

Os dois foram perfeitos um para o outro, se completaram. Eles sabiam exatamente o que era o amor, entenderam a essência da pregação de Cristo e a seguiram como se não houvesse nada além disso para ser feito.

Por que estou escrevendo sobre a vida deles?

Em meio a essa hipocrisia ambulante que me corrói por dentro, a essa falta de amor constante que me impede de respirar livremente e a toda essa maldade em que vivemos, histórias como essa me dão esperança de que talvez o mundo melhore algum dia.

Isso me leva a mais um lindo exemplo, a Comunidade Toca de Assis, fundada pelo Padre Roberto Lettieri, não é apenas uma ramificação dos franciscanos, é gente que realmente segue São Francisco. Essas pessoas ajudam os moradores de rua, os tratam como seus iguais. Doam alimentos, ajudam-os em seu higiene pessoal, os abraçam e conversam com eles quando precisam. Eles amam ao próximo como a eles mesmos. Me inspiram tanto que até pretendo passar um tempo convivendo com eles, para sentir um pouquinho da alegria de poder ajudar a quem precisa.

O mundo precisa de mais gente assim. Não de gente que vai à Igreja e concorda quando o padre diz que homossexuais são errados, que abraçar bêbados e mendigos é um grande sofrimento, que os pais devem brigar com os filhos e controlá-los e concorda novamente quando, logo em seguida, ele  diz que devemos amar incondicionalmente, que Deus é o perdão e não julga a ninguém e que devemos doar nosso dinheiro para a reforma da Igreja ao invés de gastá-lo comprando comida para nós mesmos. (acabei de ouvir tudo isso na missa em que fui, fiquei indignada e por isso resolvi escrever esse texto.) S Será que essas pessoas simplesmente não percebem a hipocrisia em que estão sendo levadas a acreditar? Que se Deus é perdão ele não vai ficar bravo porque você ama alguém do seu sexo ou qualquer coisa assim? Não percebem que se Deus acredita no amor ele não vai te julgar por amar? Esquecem-se de que Deus comia com leprosos e brigava por fazerem comércio na Igreja?

Desculpem-me por tocar nesse assunto novamente, mas isso é algo que me deixa completamente revoltada.

Então eu peço a você, Deus, Alá, Jesus qualquer que seja o seu nome, eu sei que você está em algum lugar. Acredito nisso porque se você não estiver aí, estaremos realmente fodidos. Então, Deus, onde quer que você esteja, por favor faça algo por nós, antes que acabemos por realmente nos destruir.

Eu preciso de forças para continuar a crer que o amor vale a pena.

Homens = Mulheres

Desde que me entendo por gente existe essa coisa de “machismo”, depois comecei a ouvir falar sobre “feminismo”, eu acredito que a gente devia ser simplesmente iguais, poxa.

Sei que fisicamente temos diferenças básicas, mas não entendo porque insistem em extendê-las para todo o resto. Os homens se acham superiores e as mulheres também se acham superiores, mas no fundo… Somos iguais.

Algumas acham que eles não choram, claro que choram. Eles também sentem, amam, ficam tristes e todas as coisas que nós sentimos.

Eles dizem que as mulheres nunca vão saber o que é ter dor no saco, por sua vez eles nunca saberão o quão ruim é ter cólicas e talvez as duas dores sejam bem parecidas, jamais saberemos.

A sociedade é machista desde a Grécia Antiga onde tinham os patriarcas e coisas do tipo, mas desde aquela época sabe-se que a mulher também é importante para o total funcionamento da sociedade, afinal, sem ela não haveriam os homens.

Por muitos anos, porém a importância das mulheres foi diminuída, como se elas servissem apenas para reproduzir, mas as mulheres deram a volta por cima, o dia oito de Março está aí para comprovar este fato. Lutamos por muitos anos para conseguir nosso respeito na sociedade e liberdade para fazermos o que quisessemos e hoje em dia até a presidente é mulher!

Alguns homens, no entanto, acham isso um absurdo, parece até que eles têm medo que as mulheres façam com eles o que eles fizeram conosco, mas… Nós somos o “sexo frágil”, não? Até parece que faríamos os pobrezinhos comerem na nossa mão. Pelo menos não por muito tempo. Claro que eu acho que as mulheres deveriam se unir e fazer uma big vingança, MAS isso seria cruel então temos que lutar somente pela igualdade.

E o que significa essa igualdade? Simples.

Você gosta de um garoto? Vá até ele.

Você quer pedir certo garoto em namoro? Peça.

Você tá paquerando alguém numa festa e quer ficar com ele? Vá lá e fique!

Parem de ficar esperando os meninos fazerem tudo. Nós sabemos que eles demoram mais para amadurecer e que são naturalmente mais lerdos para entender as coisas, então… Não fique na vontade por orgulhinho besta. Qual o problema de ir até o garoto? Suas amigas vão te zoar? Inveja delas por não terem coragem para fazer isso.

Sabe… Se você quer ir numa festa para ficar com alguém, PARE de entrar em crise por esse alguém não ir atrás de você e vá atrás dele. Simples.

E, para os meninos, por favor né. Se uma menina te come com os olhos, aí tem. Se você está ficando com a mesma garota por mais de uma semana e não gosta dela o suficiente para querer namorar, DIGA antes de magoá-la.

E para ambos: Parem de ficar sofrendo e se corroendo internamente por pessoas que simplesmente não te merecem. Sei que não mandamos nos nossos corações, mas chega de ficar fazendo draminhas por aí, irrita, ok?

E meninas… Se deem valor. Parem de começar a se arrumar 5 horas antes para ir numa festa, os meninos se arrumam em 15 minutos!!! Vocês demoram horrores, fazem tudo e um pouco mais e ainda ficam com medo de que eles simplesmente não gostem de vocês? Vamos combinar de que eles nem têm esse direito, ok? Eles nem lavam as mãos depois de saírem do banheiro!

E meninos: Parem de acreditar que só porque uma garota foi simpática com você ela vai ser sempre. E que só porque ela te beijou uma vez ela quer te beijar sempre. Garotas também gostam de se divertir.

Meninas: Parem de colocar a culpa em todo seu mau humor e grosseria em TPM, só 5% das mulheres têm de fato TPM, o resto é tudo coisas que vocês enfiam na sua cabeça. Assumam quando erram. Parem de ficar falando por metáforas e entrelinhas, ELES NÃO SÃO OBRIGADOS A TE ENTENDER!!!!

Meninos: Parem de colocar toda a culpa na testosterona. Você não é um saco de hormônios que necessita sair comendo qualquer uma com os olhos e batendo punheta pensando em qualquer coisa que venha na tua cabeça. Você consegue se controlar se quiser. Consegue ser fiel se quiser. Então parem de colocar a culpa na testosterona e comecem a reparar em vocês.

E, para os dois: Acreditem… Nós somos iguais! Parem de ficar tentando encontrar diferenças e encarem o fato. Tentem entender um ao outro ao invés de apenas jogarem pedras. Parem com essa coisa besta de tentar achar um melhor a competitividade não leva a nada! Um sempre vai precisar do outro, mesmo que decida ser homossexual. É inevitável. Então… Pra que complicar a relação, se dá pra facilitar? Vamos ser civilizados, por favor. O mundo agradece.

Eu sempre gosto dos estranhos…

Bem, como alguns de vocês devem saber, eu ADORO assistir séries. O detalhe é que crio uma primeira impressão de cada um dos personagens e essa impressão se arrasta até que a série termine, assim sendo sempre os garotos que eu acho fofos/legais etc acabam sendo os mais weirds do seriado inteiro.

Oks, não weirds no sentido de serem realmente assustadores, mas sempre são os que a maioria das pessoas que assistem o mesmo seriado desgostam.

Vamos começar a exemplificar então…

Esse aí é o Artie, de Glee. Gosto dele porque o estilo de música que ele canta é muito legal, a voz dele é legal e o jeito dele é interessante. O fato de fazer parte de um coral, mesmo sendo deficiente físico engrandece muito o personagem, mas além disso ele também joga futebol americano e tem uma namorada! hahah

No começo da série, no entanto, ninguém dá muito crédito a ele, algo como “pff, um deficiente, e daí?“, pra mim ele sempre foi mais do que isso.

Enquanto a maioria das pessoas que assiste Glee adora o Finn, o Puck  e até mesmo o Sam, eu assisto para ver o Artie e suas aventuras com a Britanny/Tina!

Okeis, a Mercedes e o Kurt também são uns fofos. -qs


OK, eu sei que com o passar do tempo TODO MUNDO que assiste Gossip Girl se apaixona loucamente por esse camarada aí, de fato Chuck Bass é irresistível, errado e certinho ao mesmo tempo… Digamos que são poucas as garotas que não sonham em ter um desses por perto. Porém, nos primeiros episódios da série, antes de ele se apaixonar por Blair Waldorf e começar a ficar perfeito, Chuck Bass era apenas um cara milionário que esbanja seu dinheiro, usa drogas, paga muitas putas, fica o dia inteiro bebendo, é maldoso e só se salva porque ajuda Nate Archibald, até então o “galã mor” da série.

Eu, desde a primeira vez que vi o primeiro episódio achei Nate Archibald lindo, Daniel Humphrey meigo, mas nos meus sonhos quem aparecia era Chuck Bass. Com todo esse jeito errado de ser, com toda a beleza reprimida, os sentimentos escondidos por trás da armadura de rico retardado… Chuck Bass sempre me encantou! E quando ele começou a namorar a Blair, a ficar lindo, maravilhoso, perfeito, fofo etc e tal, bem… Eu deliro ao vê-lo.

 

 
Ok, vou confessar que esse aí é um gatão mesmo e que qualquer uma acharia isso, MAS no início do seriado ele é apenas o melhor amigo da Martie e grande coisa ter um melhor amigo gato. Depois Dan Patch começa a mostrar suas asinhas e aí já era. Gostei dele desde o início por causa dos filmes, ele é um cinegrafista amador e vive filmando as coisas, aposta sua carreira nisso e eu achei isso legal, porque é difícil séries mostrarem pessoas que querem seguir exclusivamente o caminho artístico. Graças a incógnita que ele implantou na minha cabeça no primeiro episódio (algo como… ele ama a Martie?), eu assisto Hellcats sempre que sai um novo episódio!

 

 

 

 

Sério, esse aí é MUITO estranho! hahah

Simon Bellamy, de Misfits. Pra começar ele tem o poder de ficar invisível, se eu tivesse um poder seria ou isso ou voar, depois ele é mal tratado por todo mundo do serviço comunitário, ninguém fala com ele, não tem amigos, mas ele pensa. É o mais esperto dali e todas as resoluções dos problemas saem da cabeça dele. Deve ser parente de Hermione Granger, pois o tratam da mesma maneira que ela é tratada.

Apesar de tudo isso, Simon acaba salvando a vida de todo mundo um bocado de vezes e se ferra para defender os outros, mas acaba namorando a mais bonita do grupo.

Sempre soube que ele ia se dar bem, ele é inteligente. E de nada adianta você ser SUPER legal e pegador, mas ser burro. Grande potencial o Simon tem. Quero ver mais episódios da série pois acho que ainda me surpreenderei um bocado com ele!

 

 

 

Toby Cavanaugh tem uma cara de mau inquestionável, é o estranho nato do seriado Pretty Little Liars, ele é suspeito por todos os crimes que acontecem na série, ninguém conversa com ele, costumam ter medo dele, o chamam de louco e acham que ele é totalmente lunático, mas eu gosto dele. É só mais um incompreendido no mundo que não tem ninguém para conversar, ainda bem que a Emily começa a ser amiga dele, porque né.

Apesar de todas as suspeitas recaírem sobre ele, eu acredito piamente em tudo que ele fala, acredito que ele é o incocente, injustiçado apenas porque as pessoas não vão com sua cara. Toby já me fez chorar e ter pena dele, mas, principalmente, me fez ter esperança de que encontrei o real culpado IAN FDP e livrem a cara dele!

 

 

 

Em um seriado que conta com Mitch Hewer gracinha e que tem o fofo do Dev Patel, é difícil escolher um prefirido, certo? Para mim não. hahah Mike Bailey me ganhou com seu perfeito Sid Jenkins. Toda a inexperiência do personagem, sua paixão impossível, a amizade absolutamente leal, todas as bobeiras e burrices que ele faz… Eu sou completamente apaixonada pelo Sid. Ele é um nerdinho fofo que faz todas as coisas que um nerd de verdade não faria, inclusive vai mal na escola etc e tal, mas é impossível não se identificar com algo deste personagem. E poucas pessoas dão devida atençao ao Sidney, porque estão preocupadas demais analisando Tony Stonem e seus problemas mentais, ou avaliando a beleza e o preconceito pelos quais Maxxie passa, mas eu presto muita atenção nele. Meu casal preferido da série, inclusive, é Sid e Cassie. E acho que aprendemos muitas coisas com a polêmica série Skins, a primeira geração é impecável <3, acho que não tem nenhum que eu desgoste, o roteiro deles é muito bom e os temas são abordados perfeitamente. É uma das séries adolescentes que retratam melhor a vida adolescente de fato, sem a menor distinção, preconceito ou regras. Se eu tivesse que escolher algum desses personagens para conhecer, mesmo meu coração exigindo ansiosamente que eu escolhesse Chuck Bass, eu escolheria Sid Jenkins. Porque ele me ensinou muito com toda sua esquisitice inusitada.

 

Bom… esses são meus personagens preferidos das minhas séries preferidas! O que acharam deles? Vocês conhecem séries com personagens estranhos e eu não as citei aqui? Indique-me! Quero muito ver novas séries, mas se tiver só gente normal nem rola. Tem que ter um personagem sonhador, com valores fortes, que esconda segredos, seja bonito, mesmo que de forma simples e encantador. E… Parece até que acabei de descrever o garoto dos meus sonhos! Se bem que tem amigas minhas que acreditam que eu realmente só vou me apaixonar por pessoas misteriosas, que ainda não se descobriram completamente e ainda precisam mostrar ao mundo quem realmente são, geralmente gente bem bonita, embora ninguém os tenha visto desta maneira, well… As vezes acho que concordo com essas amigas,realmente  não sirvo pra me apaixonar por gente fácil, mistérios são sempre necessários, por isso, quanto mais aparentemente estranho, melhor! Além do mais, se você gostar de alguém pouco visado, as chances de esse alguém te trair são bem menores. -q

Então é isso! Tenham um bom final de semana, beijinhos.

I wanna your love. Love, love, love. I wanna your love.

I wanna happiness, I wanna beautifulness, I wanna attention, I wanna your love.
I need your love.
I wanna do everything you say me to don’t do.
I wanna you.
I wanna your love.
You & Me in a pretty romance.