Odeio. Odeio. Odeio.

Eu odeio a sensação de abandono, sabe?

Odeio olhar ao redor e ver um monte de gente que um dia me amou e que hoje em dia simplesmente não liga mais.

Odeio ter que insistir para ganhar carinho do meu próprio pai.

Odeio ter que fingir ser forte, quando na verdade só quero chorar.

Odeio não ter ninguém para desabafar.

Odeio contar meus segredos para qualquer um, porque qualquer um é melhor que nenhum.

Odeio essa solidão em que minha vida se transformou.

Odeio mais ainda, saber que fui eu quem causou tudo isso.

As vezes eu queria apenas voltar ao tempo e tentar acertar mais, viver mais e esperar menos.

Lamento ter que voltar toda a minha alegria, confiança e respeito a pessoas distantes, diferentes e que falam comigo apenas por respeito a uma amizade morta.

Odeio continuar amando as pessoas, mesmo quando elas não merecem mais.

Odeio não conseguir amar pessoas novas.

Odeio precisar de pessoas que nunca estão disponíveis.

Odeio sempre confundir as pessoas que EU amo com as pessoas que ME amam e magoar alguma delas.

Odeio.

Odeio.

Odeio.

I hate you or I love you?

I hate it.
I hate how the love is to close than the hate.
I hate look to everybody and see you.
I hate you.
No, I can’t hate you.
Irk.
Why don’t you love me?
What I did to deserve it?
I don’t know.
I love you or I hate you?
Just the time will can say it clearly.
But I still hate your eyes, your smile, your funny face, your hypnotic voice and your hair.
I hate your clothes and everything you have.
I just… Hate your way to be a man.
Are you a man?