Melhores do Ano – Vídeos

Eu sei que 2013 já acabou, mas precisava guardar em um local seguro os vídeos que foram lançados nesse ano e me renderam muitas gargalhadas.

1 – One Direction: Olha a Onda

One Direction é, por si só, uma banda genialmente zoada. Eles têm músicas muito anos 90, (Nick Carter + Timberlake feelings), usam roupas e cabelos muito esquisitos para garotos comuns, as letras das músicas são clichês e bobas, os clipes são grandes, super produzidos e quase nunca fazem sentido, as danças são epicamente sensacionais e é impossível ouvir a uma música e não balbuciá-la pelo resto de sua vida. One Direction é tão ruim que chega a ser épico. Só que tem como ser mais épico. Porque dá pra acoplar vários clipes deles e colocar “Olha a Onda” como fundo. Esse, honestamente, é o vídeo que mais me faz rir. Não importa o que esteja acontecendo, eu lembro desse vídeo e a vida volta a ser feliz. Obrigada fãs de 1D.

2 – The Fox – Ylvis

Quando minha amiga me passou esse vídeo achei que era alguma zoeira de um vlogger e que nunca ia ter ibope. Aí de repente todo mundo ficava cantando “what does the fox say?” e imitando a dança absurdamente bizarra que o cantor tem a capacidade mental de inventar e reproduzir enquanto vestido de raposa. Esse vídeo é genial pelo mesmo parâmetro do anterior: é ruim. É aquela coisa trash. Você olha pra isso e tem vergonha de existir. Mas tem vergonha enquanto tá morrendo de rir, então dane-se.

3 – Quadradinho de Borboleta – Bonde das Maravilhas

Bonde das Maravilhas é outro desses virais completamente sem sentido. Quantas tardes eu passei tentando imitar esses passos e morrendo de rir com o passinho do bate bate? Por favor, a pessoa que inventa esses passos tinha que ganhar um prêmio, mas as que conseguem executar tinham que ganhar um prêmio maior ainda, porque são coisas absurdas. Todo mundo ouviu isso esse ano e aposto que achou o máximo. Porque não há nada mais inovador e ostentador do que ter um helicóptero pro clipe e não fazer nada com ele, mas deixá-lo como plano de fundo porque elas, a dança e a paisagem se bastam.

4 – Pantera Cor-de-Rosa – Munhoz e Mariano

Além do funk, outra área musical do Brasil que não cansa de surpreender é o tal do sertanejo. Cada ano que passa as músicas ficam mais monossilábicas e esquisitas. A dor de corno está em decadência, o negócio agora é provar que você pode ter quem você quiser. Essa letra de Munhoz e Mariano consegue ser ainda mais poética que o pobre rapaz do Camaro Amarelo, que só conseguiu a mulher dos seus sonhos depois de ficar rico. Aqui, a dupla exibe um visual arrojado e nada a ver com eles, enquanto narra a história de uma menina que se veste “do jeito que homem gosta” só porque quer “dar o que falar”. Acrescente um camarada vestido de pantera, uma ambientação temática do filme da pantera cor-de-rosa, várias dancinhas sem sentido e o sotaque interiorano que só cantores sertanejos sabem ter e pronto, aí está essa obra prima.

5 – Quem é o Teu Homem? – Mc Maromba

Aqui temos um clipe genial. “Maromba”, pra quem não sabe, é a gíria utilizada quando querem falar que um cara é muito musculoso (bombado). A primeira vez que eu vi o vídeo, fui logo achando que seria algo parecido com MR Maromba (absurdamente sensacional), aí me deparei com um cantor não bombado, dançarinas sensualizando com latas de lixo, pessoas com vozes de narrador de propaganda das Casas Bahia, garotinhos gordinhos e todo outro tipo de bizarrice em uma música que só diz que o cara chega na menina com um cartão e pergunta “quem é o teu homem?” e diz pra irem pro cartório pra ele passar ela pro nome dele. É o cúmulo da coisa errada atrás de coisa errada e quando você termina de ver e fica com aquela cara de interrogação precisa rever pra ter certeza de que viu aquilo mesmo e aí já era, você sai por aí cantando.

6 – Show da JMJ – Renas Dance

Mc Anitta foi o boom brasileiro do ano e ela é muito linda e as músicas dela são divertidíssimas e os vídeos dela são ótimos (olha isso!), só que houve a Jornada Mundial da Juventude no Brasil e é claro que católicos fervorosos não podem sair por aí dançando as letras da Anitta, ainda mais com as roupas e coreografias que ela usa. Ainda bem que existem as adaptações, certo? Certo. Porque essa é hilária.

Melhores do Ano

Sou fanática por retrospectivas e por mais que a escassez de tempo tenha feito com que uma guerra mental se instalasse em mim, acabei por decidir em fazer apenas uma retrospectiva no quesito “melhores do ano”. Eu vou escolher cinco séries, cinco filmes vistos no cinema, cinco filmes vistos fora do cinema e cinco coisas que fiz pela primeira vez em 2013 (mesmo que não tenham sido as melhores do ano). Os textos serão em forma de lista, porque eu adoro lista, mas sempre contarão com um primeiro parágrafo explicativo, porque eu adoro explicar as coisas e introduzir tudo certinho até elas. Não sei qual será a frequência, mas tudo será postado até o final do ano. Se alguém também quiser entrar nessa aventura, deixe o link nos comentários porque eu adoro ler listas alheias! Começaremos com os seriados.

Minha amiga sempre diz que um ótimo jeito de medir confiança no mundo moderno é analisando por quantos anos uma pessoa consegue acompanhar uma série. A gente sabe que seriados raramente mantêm o padrão alto durante todas as temporadas e que depois de algumas a história fica confusa e você continua assistindo apenas para honrar o que já começou. Já fiz isso com várias séries, mas também desisti de várias outras. Acresço pois um fator à teoria da minha amiga: seriados também são excelentes para medir a capacidade de variância que uma pessoa consegue suportar. A quantidade de histórias que ela consegue acompanhar ao mesmo tempo, sejam elas completamente diferentes ou totalmente parecidas, diz muito sobre como ela conseguiria lidar com muitas pessoas, iguais ou diferentes e como ela não gosta de ficar sempre na mesma coisa. Refiz minha conta no Orangotag hoje e descobri que assisto a 23 séries. Isso porque nunca fui capaz de tirar da watchlist séries como Skins, Gilmore Girls e Gossip Girl, que mesmo mortas e enterradas ainda vivem na minha playlist. Não é que eu seja fiel até o fim, veja bem, Glee e The Vampire Diaries eu só consegui acompanhar até a terceira temporada, então desisti. Incontáveis outras eu só assisti o primeiro episódio e desconsiderei. Outras, como How I Met Your Mother, eu juro que tentei acompanhar, mas realmente não fez meu tipo. Várias eu nunca sequer tentei ver em ordem, mas ali estão porque todos os momentos de ócio que me levam ao canal da Warner me levam a algum episódio de alguma delas. Tirando tudo isso, eu acompanho de verdade somente quinze séries, por enquanto e enquanto várias delas são amores antigos, outras são hiper novas e boas o suficiente para serem indicadas a todo o universo.

2013 foi muito triste para o meu catálogo de seriados, pois foi o fim definitivo de Skins e Gossip Girl, coisas que eu acompanhava desde quando inventei de acompanhar séries. Então cancelaram Bunheads, uma série absurdamente genial, feita pela mesma roteirista de Gilmore Girls. Pro coração ficar mais chateado, o computador com vários torrents de várias séries que eu pretendia ver, pifou. E o site em que eu encontrava todos os torrents e as legendas também. A vida parecia sem sentido, até que eu encontrei o Netflix, o seriestvix voltou a funcionar e eu parei de frescura e comecei a me aventurar em alguns seriados sem legendas. As séries que serão aqui mencionadas não são todas parte das que eu assisto, mas as assisti ao longo desse ano e elas mereceram estar aqui.

1 – United States of Tara

A série acabou em 2011, conta com três temporadas e todos os episódios estão disponíveis no Netflix. A história é de Tara, uma mãe de família, esposa e irmã que tem transtorno dissociativo de identidade, ou seja, ela tem múltiplas personalidades que surgem em momentos impróprios e agem de acordo com a própria moral, trazendo problemas para Tara e sua família. O seriado é bastante intenso, ao mesmo tempo que simples e ameno. A vontade é assistir super rápido e fazer de tudo para cuidar da Tara. Confesso que esperava mais do final, mas vale apena mesmo assim. As temporadas contam com apenas 12 episódios cada e a direção é do Steven Spielberg.

2 – The Carrie Diaries

Carrie Bradshaw é uma das personagens de “Sex and the City”, a história dos seus diários ocorre em sua adolescência, ou seja, nos anos 80. O seriado da CW surgiu para substituir o horário ocupado antes por Gossip Girl e, com isso, pegar um pouco do seu público. Funcionou comigo. Anna Sophia Robb, a Carrie, era minha atriz mirim favorita há alguns anos, por causa de filmes como “Ponte para Terabítia”, saber que ela era a Carrie, não importa quem essa Carrie fosse, atraiu-me ao seriado automaticamente. A ambientação é fenomenal, as músicas são ótimas e para uma série fútil, sobre moda, adolescência e picuinhas da vida, não há de que reclamar. A série começou esse ano e ainda está em funcionamento, já na segunda temporada. A primeira teve apenas treze episódios.

3 – Da Vinci’s Demons

Leonardo da Vinci é o artista e inventor mais polêmico da história, há várias especulações sobre sua vida e seus pensamentos. Esse seriado ajuda a explorar o universo de Da Vinci, mesmo deixando claro que é apenas uma ficção histórica. Nele somos apresentados a uma Roma Antiga cheia de podres e a um Da Vinci atordoado, morando em Florença e tendo como meta de vida descobrir quem é sua mãe, pois é um filho bastardo. Cada episódio é uma carta de tarot, a magia, tensão e genialidade permeiam cada segundo e é impossível terminar um episódio sem sair correndo atrás do outro. O seriado é em inglês, mas eles têm um sotaque romano que as vezes é até engraçado, explora os percalços da Igreja Católica e nos proporciona o contato com invenções geniais de um cara fenomenal. A primeira temporada terminou neste ano, com oito episódios de quase uma hora de duração cada. A segunda temporada foi confirmada para o próximo ano.

4 – Game of Thrones

Baseada nos livros das “Crônicas de Gelo e Fogo” de G. R. R. Martin, Game of Thrones conta a história de sete famílias que moram em Westeros e lutam para conseguir o trono de ferro, que no momento está nas mãos dos Baratheon. O seriado da HBO dá um show em produção, efeitos especiais, trilha sonora, figurino e maquiagem e não deixa a desejar em nenhum aspecto. Não é o tipo de coisa que se recomenda ver na sala com os pais por perto, porque gente pelada e sexo quase explícito é uma constante, mas é aquele tipo de coisa que você assiste quase sem ar e que quando acha que não tem mais como se surpreender, você se surpreende. Absurdamente intenso e incrível, assistido de supetão durante as últimas férias e automaticamente considerado um dos melhores seriados da minha vida. Foram exibidas três temporadas, com cerca de dez episódios cada. Foi renovada para a quarta temporada, a ser iniciada em Março de 2014. Cada segundo compensa.

5 – Doctor Who

Doctor Who entrou no ar em 1963 pela BBC em Londres e conta a história de um timelord, que é uma espécie de alienígena com forma humana proveniente de Gallfrey. Os timelords conseguem sentir o tempo dentro de si mesmos e o Doctor conseguiu (eu não sei direito ainda como, quando ou por quê, pois comecei a primeira temporada da série clássica muito recentemente e ainda não sei de tudo, um dia, quem sabe) uma nave espacial facilmente camuflável em Londres, por ser uma Police Box. Tudo dos timelords é maior por dentro, então quando você entra na nave, que se chama TARDIS, ela é gigante e capaz de te levar a qualquer lugar no espaço-tempo, não só na Terra, mas em todas as galáxias. Então Doctor e uma acompanhante perambulam por aí vivendo altas aventuras, correndo bastante e salvando alguma espécie de alguma catástrofe. Embora tenha 50 anos, a série não precisa ser vista desde o começo para que seja compreendida. A parte nova iniciou-se em 2005, conta no momento com 7 temporadas e está inteiramente disponível no netflix. É plenamente possível de entender o fio da meada iniciando pela primeira, ou pela segunda, ou por qualquer uma. Doctor Who é compreensível em episódios aleatórios ou para ser visto em sequência e nunca se torna cansativo e repetitivo, sempre é uma nova aventura que nunca é banal e sempre agrega algo às nossas vidas. É claro que eu recomendo que também seja assistida a série clássica, porque é fantástico ver a evolução de algo durante 50 anos e analisar como foi capaz de se manter, é como se deixasse de ser um simples seriado e se transformasse em um fenômeno. A série antiga conta com 26 temporadas e, embora os primeiros episódios sejam mais curtos, é estimado que contando com todos os episódios e especiais demore-se cerca de dois anos para assistir a tudo relacionado a Doctor Who. Se você está procurando compromisso sério com um seriado, acaba de resolver os seus problemas.

Além dessas cinco séries lindas, escolhi três para dar menções honrosas: Revenge, Girls e Orange is the New Black.

Caso não tenha ficado claro, os números ao lado dos nomes das séries não são hierarquizações, de maneira alguma. Em breve volto com mais listas!

Casamento

Não tenho uma visão muito acertada sobre o matrimônio, acho impossível que duas pessoas se amem pelo resto de suas vidas, mas os casais apaixonados insistem em me dizer que só acho isso porque nunca achei o meu amor. Não sei. Mas como toda garota já perdi um bom tempo da minha infância planejando o meu “grande dia”. Só que quando eu parei de acreditar na sua concretude, passei a desconsiderá-lo e nunca mais passou pela minha cabeça a hipótese de me casar algum dia. No máximo eu moraria com a pessoa, mas sem uma cerimônia com uma festa gigante, porque seria desperdício de dinheiro, bobeira e ai, eu detesto ir em casamentos, não quero fazer as pessoas passarem por isso.

Recentemente, porém, encontro-me numa fase completamente romântica e cheia de firulas, na qual me pego lendo Lord Byron no meio da madrugada e derramando lágrimas por qualquer sinal de amor, achando tudo lindo e morrendo de inveja do universo por acontecer com todo mundo que me cerca, menos comigo. Como se o cupido simplesmente ignorasse a minha existência. Em busca de uma conformidade para tal fato, resolvi planejar o casamento dos meus sonhos e gostaria de convidá-los a fazer o mesmo!

Pedido:

Eu sou uma criança nerd que cresceu lendo livros e vendo filmes repletos de amores românticos e pedidos de casamento fofos. O pedido tem que envolver alguma referência que seja a minha cara e o sentimento entre eu e o pretendente tem que ser semelhante a Beatrice e Lemony ou Snape e Lily Potter. Tem que ser uma coisa que eu consiga imaginar uma perpetuação e uma concretude, que me faça bem e deixe-me ser eu mesma, sem precisar fingir nada. Se tem uma coisa que eu sempre repito para o mundo é: se fez uma declaração com boas referências, eu caso.

Aliança: 

Aliança baseada em Khal Drogo e Daenarys Targaryan – Game of Thrones

Detesto a ideia de ter que usar um anel pelo resto da minha vida e sempre disse que se eu fosse casar e soubesse que seria pra sempre ia tatuar alguma coisa significativa para mim e o respectivo, como sinal do nosso amor eterno. Só que essa semana me deparei com a aliança dos meus sonhos e resolvi mudar de opinião: se eu casar, além da nossa tatuagem poética, por favor me dê essa aliança, é claro que só vale se você entender a referência. E se você entender a referência, me der essa aliança e tiver feito um pedido bonito é claro que eu vou aceitar.

Vestido:

Eu não sei como vai estar meu cabelo e sei que não vou conseguir usar salto, então estarei com tênis ou no máximo uma sapatilha. Sei que vou exigir uma maquiagem simplista e que vou torcer pra ter pouca gente na plateia, porque é um casamento e não um espetáculo. E sei que quero um vestido como o dessa foto. Eu preciso do vestido dessa foto. Porque ele é absurdamente maravilhoso e absurdamente a minha cara e porque se meu casamento for colorido, as chances de ele funcionar são muito maiores, porque nada de ruim acontece quando há muitas cores envolvidas e essa é uma das minhas maiores filosofias de vida.

Local:

Las Vegas

Despedida de solteiro em um cassino, casamento que já vem acoplado com Lua de Mel, ao invés de gastar com festa, gasta-se com passagens. Não é necessário convidar todos aqueles parentes que você nem conhece direito e nem os amigos dos amigos dos amigos do seu irmão, dá pra se divorciar e, por favor, quem celebra é o Elvis.

Votos: 

O processo ocorreu muito bem até agora e está tudo lindo e dentro dos conformes. Mas é lógico que pode melhorar e a hora de melhorar é a hora dos votos. A opção número um é cada um escrever os próprios votos baseando-se no outro, porque isso parece lindo. Se por um acaso isso não puder se concretizar, faremos os votos de Game of Thrones.

“Pai, mãe, velha, ferreiro, donzela, guerreiro e estranho. Eu sou dele e ele é meu, deste dia até o fim dos nossos dias.”

Dança Final: 

Eu não sei dançar ritimadamente e torço para que meu concumbino também não saiba, caso contrário a dança de casamento será vergonhosa. É claro que de acordo com o contexto, assim que o Elvis disser que podemos nos beijar vamos embarcar em uma playlist empolgante que misture vários ritmos musicais e nos faça morrer de rir, para depois irmos pro hotel descansar e começar o casamento de fato! A única premissa é que a gente possa dançar que nem o Carlton. Porque dançar que nem o Carlton com um vestido de noiva é um paraíso.

E ai de quem disser que esse não seria um casamento genial!

Aleatoriedades

Aí que há mil anos eu vi na internet uma tag chamada “25 fatos sobre mim” e fui lá e fiz um vídeo tosco com 25 coisas aleatórias sobre a minha pessoa. O vídeo durou quase meia hora, mas teve gente que viu. Eu fui rever outro dia, inclusive, e morri de rir das minhas respostas.

Aí que Analu viu por aí uma tag parecida, só que com 50 fatos sobre a gente e ela convocou a máfia – que há muito estava longe desse mundo dos memes – a fazê-la. Eu não ia fazer porque já tinha feito essa outra e não gosto de ficar falando demais sobre mim, mas não resisti, afinal, eu adoro vídeos.

Então fui lá e gravei pela webcam e não deu certo, gravei com minha câmera e não deu certo. Desisti. Desisti de desistir e gravei com a câmera do celular mesmo. A ideia era tentar fazer em 5min, mas é claro que eu não consegui, mas acabei sendo bem mais rápida do que esperava! O único problema da coisa é: fiquei vesga. Mas isso só torna o vídeo mais engraçado ainda!

Vamos lá, riam da minha cara que eu já estou rindo 😀

Os Melhores

Sou baphônia e fui especificamente indicada a responder ao maravilhoso meme da “Tag Jantar Literário” que está rolando pelos blogs mais legais da blogsfera a.k.a os mafiosos. Ai, desculpem-me, faz tempo que eu não escrevo, não sei mais como escrever sem falar besteira, então vou tentar ser concisa.

Negócio é o seguinte: tinha que gravar um vídeo com a organização de um jantar maravilhoso com personagens literários, só que eu gravei meu vídeo antes de ver o de alguém, só sabia as perguntas a serem respondidas e, logicamente, não pensei na ideia de que era um jantar só – sou burra, bjs – então respondi à tag como se fosse um jantar a sós com cada um dos personagens. Só que eu achei que tava monótono demais essa coisa de todo mundo respondendo às mesmas perguntas em vídeos e resolvi dar uma incorporadinha no meu, então além de personagens literários, listei personagens de seriados com os quais eu jantaria.

É bem isso: personagens com os quais eu jantaria. Nada de um jantar arquitetado, como foi o que vi nos supracitados blogs favoritos.

Além disso devo alertá-los de que eu não consegui editar o vídeo, por isso ele ficou GIGANTE e cheio de buracos correspondentes aos momentos em que eu esquecia o que tinha que dizer, mas juro que me esforcei e que estou me esforçando muito pra ter ideias e voltar a escrever aqui. Estou me sentindo culpadíssima com essa falta de textos. Enfim, assistam o vídeo aí.

Indico o meme pra Del e pra Gab